Olimpíadas e Cavalos: Uma relação desde a antiguidade

Olimpíadas e Cavalos: Uma relação desde a antiguidade

Homenagem a Zeus

Por Vanessa Omena*

Vem de longe a presença de cavalos nas olimpíadas, criadas pelos gregos, por volta de 2500 a.C em homenagem a Zeus, o maior deus da mitologia grega. Porém, muitos séculos se passaram para que as regras e competições do hipismo surgissem, o que aconteceu a partir de 1883, com a abertura de cursos para civis nos Estados Unidos da América (EUA), pois até então, esta atividade era praticada apenas por militares. Daí por diante o desporto cresceu, chegando aos Jogos Olímpicos Modernos, no ano de 1900, em Paris, mantendo-se atual até aos dias de hoje.

No Brasil o hipismo clássico é o que mais tem praticante, além de ser um dos esportes mais antigos do país, que surgiu por inciativa de um dos capitães do exército, que criou a Escola de Equitação de São Cristóvão, no Rio de Janeiro. Já em 1935 foi criada a Federação Brasileira de Hipismo, que inspirou a atual Confederação Brasileira de Hipismo, em 1941. De acordo com a Confederação Brasileira de Hipismo (CBH) e a Federação Equestre Internacional (FEI), o hipismo apresenta 3 modalidades olímpicas distintas: Dressage ou Adestramento; Salto e Concurso Completo de Equitação (CCE).

A primeira vez que a equipe brasileira de hipismo participou dos jogos foi em 1948, nas Olimpíadas de Londres, mas foi a partir de 1990, através do cavaleiro Rodrigo Pessoa, que o país começou a ter projeção mundial. A trajetória de Rodrigo Pessoa, que se prepara para as olímpiadas deste ano no Rio de Janeiro, teve como inspiração o pai, o também cavaleiro Nélson Pessoa, que teve uma trajetória de recordes em pistas internacionais e tem sido responsável pela formação de uma geração de competidores de hipismo.

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Vanessa Omena
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